
Foi aqui que uma das bestas das estações deixou um rastro de sangue que se tornou um pequeno rio vermelho, quando invadiu as terras há muito tempo atrás.
Foi aqui que uma das bestas das estações deixou um rastro de sangue que se tornou um pequeno rio vermelho, quando invadiu as terras há muito tempo atrás. Caso os âncoras não tivessem interferido, o pequeno riacho se transformaria em um oceano de sangue inocente que engoliria a vila por completo.
Os âncoras, abençoados com habilidades místicas, chegaram à cidade e mataram a besta das estações em uma batalha que deixou um rastro de destruição. A luta durou apenas uma hora, mas foi o suficiente para acabar com o pesadelo que havia assolado a população.
O lugar tem uma simplicidade humilde, com construções modestas de portões e muralhas de pedra, mas possui estruturas que homenageiam os portadores da máscara da liberdade através de estátuas e livros.
O desespero que antes era constante, deu lugar à esperança de um novo amanhecer que todos deveriam agradecer. No entanto, a lembrança da carnificina ainda está presente em cada canto, como uma ferida que nunca cicatriza completamente. E há rumores de que a besta das estações ainda assombra as redondezas, esperando o momento certo para se vingar.
Ecos canônicos. Foi aqui que Beatrice D. Soving se reencontrou com Lux Di Fleur-Lis e Laeana Di Fleur-Lis — as gêmeas-donzelas-em-formação, futuras soberanas — para articular o projeto canônico do reino-sem-preconceito que abrigaria todos os povos de Ansenfall. A Âncora declinou o convite romântico-aliado de Laeana com a sentença-tese "estou condenada desde que a encontrei pela primeira vez", e materializou duas mãos de luz como a forma mediada do toque-Âncora.