
No segundo andar da Taverna Meteorito de Azula, em Lunavéu — a região celestial onde as Luas Crepusculares constroem em meteoritos caídos —, encontra-se um refúgio temporário cuja atmosfera é tão encantada quanto o salão abaixo.
No segundo andar da Taverna Meteorito de Azula, em Lunavéu — a região celestial onde as Luas Crepusculares constroem em meteoritos caídos —, encontra-se um refúgio temporário cuja atmosfera é tão encantada quanto o salão abaixo. Os olhos privilegiados dos que buscam descanso ali são agraciados com uma visão única: é dali que as Estrelas se encontram no céu, as constelações radiantes pintando o firmamento com sua luz brilhante.
Os corredores entre os quartos são feitos das mesmas pedras de meteorito azulado que erguem a Taverna, e cada porta abre para uma janela voltada para a abóbada celeste. O isolamento é garantido aos que pagam por ele — quartos discretos, longe das brigas e das risadas que sobem do balcão, onde um espírito pode planejar em silêncio o que precisa ser planejado em silêncio.
Dormem ali os exaustos, os que retornam de longas jornadas pelas Cordilheiras, e — quando o taverneiro deixa — também os que não dormem nunca. Mensageiros Alados tomam quartos só para guardar o disfarce; assassinos descansam armas que nunca abandonam o corpo. O luxo do alojamento é o mesmo de Lunavéu inteira: a luz lunar atravessa tudo, mas não pergunta o que ilumina.
Ecos canônicos. Foi aqui que Hades d'Vidar — o Mensageiro Alado da Morte de máscara caída — alojou-se no quarto mais isolado da Taverna para planejar uma morte horrível e lenta para aqueles que mataram uma amada, antes de descer ao taverneiro à procura de materiais para feitiços, já que perdeu armas e materiais preciosos na briga que precedeu sua chegada.