
Sob o céu noturno de Hudantal, um encontro mágico de luzes é refletido em todo o continente invernal.
Sob o céu noturno de Hudantal, um encontro mágico de luzes é refletido em todo o continente invernal. É um dos poucos lugares onde seres espirituais podem se sentir seguros e acolhidos. No entanto, a história por trás dessas Auroras Boreais é triste.
Quando o Inverno chegou ao fim, graças aos cruéis espinhosos, a Lua caiu e as estrelas choraram como nunca antes. De suas lágrimas, formaram-se místicas luzes que banharam Hudantal com o intuito de preservar a vida que ainda restava naquele continente afundado em sangue.
As Auroras Boreais tornaram-se um símbolo de esperança e renovação para os seres espirituais, mas também um lembrete constante da dor e do sofrimento que os habitantes de Hudantal enfrentaram. Aqueles que testemunharam a queda da Lua e as estrelas chorando nunca mais foram os mesmos, e a luz mágica das Auroras Boreais é uma lembrança eterna desse evento traumático.
Mas, mesmo com essa triste história, as Auroras Boreais continuam a iluminar o céu noturno de Hudantal, oferecendo uma sensação de paz e segurança para aqueles que precisam.
Ecos canônicos. Foi sob estas luzes que Fenrir Snowstorm — o Invernal de Ferro — encontrou Etílope Sunseir Vansolar a noite antes da batalha contra o Kerberus, e os dois trocaram relíquias maternas: uma pétala de ouro da tiara da mãe dela por um broche de cervo branco da mãe massacrada dele — ouro e gelo, igual nos tempos antigos, onde Frostmoon estava ao topo. Etílope, dos Sunseir das premonições, sonhara a queda do céu naquela mesma noite. Foi também aqui que Gwynevere Lunaria recrutou o grupo da escolta Kiffa Borealis, e que Branwen Coldmourn quase decapitou Gilgamesh Víðbláinn Salëm por declarar que Erradicar os espinhos talvez não fosse necessário.