
Onde Fractária se estreita em ruelas que o sol não consegue alcançar, abrem-se os becos batizados por aqueles que pagam — os Mercenários de Lunavéu.
Onde Fractária se estreita em ruelas que o sol não consegue alcançar, abrem-se os becos batizados por aqueles que pagam — os Mercenários de Lunavéu. É aqui que contratos se assinam sem testemunhas, que aço troca de mãos por moedas que não precisam de origem declarada, e que os exilados da Velha Guarda encontram trabalho longe do olho do palácio.
A paisagem dos becos é a paisagem dos esquecidos. As armaduras enferrujam sob a chuva; os capuzes escondem rostos que um dia foram conhecidos em Hudantel ou Briarwatch. Mesmo os Templários mais orgulhosos atravessam estes corredores quando precisam desaparecer por algumas horas. Solarium não os deixaria impunes mesmo aos serviços de Freja, e é claro que tentaria impedi-los — sussurram aqui aqueles que ainda creem que os Deuses se importam o suficiente para perseguir.
É uma região onde o reencontro é mais perigoso que o combate. Pisar nestes becos é aceitar que alguém de seu passado pode estar esperando do outro lado da próxima esquina, com uma proposta — ou com a lâmina já desembainhada...
Ecos canônicos. Foi nestes becos que Kamael Darkborn, o Templário Mascarado, reencontrou Lothar Fhorsix — uma das últimas onze sobreviventes da Velha Guarda — que emergiu das sombras com armadura idêntica à dele e a notícia de que Mastrodemos havia morrido. "Você não quer ser o próximo a reduzir nossos números. Depois que todos morrermos, não vai ter ninguém para chamar de irmão."