
Em meio às árvores de bambu que parecem ter sido cristalizadas pelo tempo, habita uma floresta sinistra, um lugar onde os fracos se tornam presas fáceis.
Em meio às árvores de bambu que parecem ter sido cristalizadas pelo tempo, habita uma floresta sinistra, um lugar onde os fracos se tornam presas fáceis. As hastes de bambu, aparentemente inofensivas, se tornam armas letais nas mãos dos desesperados em um combate mortal. A névoa que permeia o local adiciona uma aura de mistério e perigo, e os animais selvagens que vagam pelo lugar são apenas mais um obstáculo para os que ousam entrar.
Conta-se que a floresta foi outrora um local de treinamento para espíritos corajosos, mas agora é um lugar de morte e desespero. A água límpida do riacho próximo à floresta é a única fonte de vida em uma área tão hostil. Há lendas que afirmam que uma mestra guerreira uma vez habitou a área, mas foi morta por uma criatura monstruosa de apenas um olho, que devorou seus restos mortais e tomou seu lugar como guardiã da floresta.
A quietude desse lugar outrora encantador agora é uma fonte de loucura e desespero. Aqueles que buscam algum barulho para preencher o silêncio ensurdecedor são consumidos pelo medo e pela solidão, suas mentes perturbadas pelo eco de seus próprios pensamentos sombrios. A floresta de bambu pode ser bela, mas esconde segredos terríveis que ninguém deveria conhecer.
Ecos canônicos. Foi aqui que Maya Sephtis — comerciante astuta dos Filhos da Serpente — cantou em língua serpentária no riacho até atrair Ophelios Selene, o Lua Crepuscular mudo de garganta cortada, e lhe vendeu por mil lascas espirituais o mapa para o Acampamento Dracônico onde as águas purificadas poderiam devolver-lhe a voz.