
"Ela o encara, com seus olhos sem vida e julga sua alma, como se conhecesse cada segredo obscuro que ele tenta esconder.
"Ela o encara, com seus olhos sem vida e julga sua alma, como se conhecesse cada segredo obscuro que ele tenta esconder. A ansiedade toma conta dele, cada erro que cometeu na vida parece mais pesado do que nunca. Como ele chegou tão longe?"
Perdida em uma área inexplorada de Nahrram, há uma escultura curiosa e assustadora: uma quimera gigantesca com olhos vazios, capaz de perturbar a mente dos mais frágeis. Ninguém sabe quem a criou ou por que ela está em tal lugar isolado, mas todos que se aproximam dela sentem uma imensa pressão, como se estivessem sendo julgados pelos seus pecados e arrependimentos mais profundos.
Aqueles que se atrevem a encará-la sentem a presença sombria da quimera como um lembrete constante de seus erros, como se ela pudesse ver diretamente em suas almas e revelar seus segredos mais obscuros.
Ecos canônicos. Foi diante desta estátua, numa noite chuvosa, que Lorian Cittagon — o Mascarado — e Maya Sephtis — a Mestiça de Espectéria-Serpentária, criada para se alimentar do medo — se conheceram pela primeira vez. Quando o paladino do ódio exigiu prova de potencial, Maya desabrocha a aura de Medo Primordial e, em meio à invasão dos pesadelos dele, salta sobre a quimera e a parte ao meio. O contrato foi firmado em ameaça mútua — soldado, não companheira — sob a sombra de uma estátua que jamais voltaria a julgar ninguém.