
No fundo de uma floresta consumida pelo inverno, encontra-se uma extensa área de árvores altas, onde o chão gélido é coberto por cristais que criam uma paisagem única, conhecida pelos poucos que a descobriram como a Floresta de Cristal.
No fundo de uma floresta consumida pelo inverno, encontra-se uma extensa área de árvores altas, onde o chão gélido é coberto por cristais que criam uma paisagem única, conhecida pelos poucos que a descobriram como a Floresta de Cristal. Não se sabe ao certo o motivo da formação dessa região, mas ela é como um refúgio para os olhos, um lugar onde a beleza encontra seu lugar em Gloomhaven.
Nessa área florestal, as árvores são altas e mal se consegue ver o topo. Elas possuem pequenos cristais nas folhas e caules, enquanto o chão é coberto por um campo cheio de cristais azulados e luminosos, tornando o caminhar escorregadio e perigoso para os pés descalços.
Durante a noite, os cristais liberam partículas no ar, tornando a floresta ainda mais bonita, como vaga-lumes que preenchem o vazio com cor e luz, como se uma aura azul circundasse e protegesse sua beleza.
Ecos canônicos. Foi aqui que Desmos Osturia — o Carrasco de Astella, paladino Inflamado — se atirou entre Princesa Serenidade e o Bando de Lorian e foi forçadamente transformado em Besta das Estações para salvar o mestiço que viria a ser conhecido como o vilão que o mundo precisa. Inflamados não podem ser afligidos pela Praga da Paz — mas podem ser sobrecarregados por ela. Foi aqui que Lorian Cittagon jurou pela própria vida que mataria a Praga das Estações. Os cristais que iluminam o chão à noite continuam liberando partículas no ar. Algumas vezes, dizem os viajantes, as partículas formam vagamente um vulto.