
As neves de Hudantel contam uma história antiga, a da dinastia da Princesa que lutou bravamente contra o Outono, que buscava perturbar a paz das Estações, desencadeando a Guerra das Estações.
As neves de Hudantel contam uma história antiga, a da dinastia da Princesa que lutou bravamente contra o Outono, que buscava perturbar a paz das Estações, desencadeando a Guerra das Estações. Hoje, apenas restam destroços dessa época, marcados pela queda dos Invernais.
Essa queda transformou o Inverno em uma estação melancólica, e todos aqueles envolvidos pela neve sentem a amargura daqueles que morreram no Massacre Invernal. A Fortaleza Frostmoon agora encontra-se em ruínas, despedaçada e abandonada. Ainda assim, a lua encanta aquele lugar como uma catedral encantadora, mesmo sob escombros.
A Fortaleza Frostmoon é agora um lembrete da coragem da Princesa, que lutou com bravura por sua terra e seu povo. Mesmo em ruínas, ela permanece como um símbolo da resistência, perseverança e bravura daqueles que lutaram pela paz.
Ecos canônicos. Foi entre estes escombros que Beatrice D. Soving — a Âncora cega exilada após a missão Kiffa Borealis — recolheu-se sob uma capa branca em torno de uma pequena fogueira e foi descoberta pelo Templário Sanguinário Kamael Darkborn, ainda mascarado. Ele perguntou-lhe o nome; ela apresentou-se Beatrice Dante Soving; ele respondeu "Me chamo Kamael Darkborn, Templário Frostmoon" — e tocou a testa dela com a fórmula "Sempre que sentir medo... abrace a capa que lhe foi entregue. E uma memória virá a consolar." Só então Beatrice percebeu que a capa que carregava por semanas tinha vindo de uma lasca-memória do mesmo Templário. A Fortaleza preserva esse reconhecimento.