
"Outrora, ele repousou no eterno, mas quando retornar, será uma benção para os espinhosos e ruína para Gloomhaven", disse o pregador em alto e bom som, no Dia Anual dos Espinhosos.
"Outrora, ele repousou no eterno, mas quando retornar, será uma benção para os espinhosos e ruína para Gloomhaven", disse o pregador em alto e bom som, no Dia Anual dos Espinhosos.
A chamada Montanha do Deus dos Espinhos é o ponto mais alto e importante de toda Briarwatch, totalmente protegido pelos Coroas Vermelhas. É utilizado como uma região visitada anualmente por seus adoradores, que passam um tempo limitado aqui até serem exigidos a se retirar. Por motivos desconhecidos, apenas a alta hierarquia pode entrar na localidade com liberdade.
Quanto mais alta no relevo, mais densa a neblina se mostra e os espinhos parecem se espalhar, como se o próprio local não permitisse a chegada de estrangeiros. No entanto, ninguém aparenta ser insano o suficiente para subir nessa montanha, pois nem um bom motivo seria capaz de salvá-lo. Há rumores de uma ornamentação no pico do lugar, onde falam que se encontra uma enorme estátua do Deus dos Espinhos em uma fonte que afirmam jorrar o próprio sangue do seu criador.
Ecos canônicos. Foi aqui que Asakura D. Falkner — o espinho-puro que tenta reprimir o sangue — subiu para se aliar à Linha-de-Pesquisa-da-Coroa-Vermelha de Austera, oferecendo o registro do Tomo das Trevas em troca da chance de se libertar do impulso espinhoso. "Quero pelo menos deixar os registros para os espinhosos", confessou ele. A primeira missão sob o comando dela seria a escolta do pesquisador Kota Canon a Hudantel, em busca de uma flor canalizadora de essência. A Mãe Espinhosa não esteve presente — mas a montanha, como sempre, esteve.