
Dizem que a morte é o fim, mas aqueles poucos que já passaram por aqui podem afirmar que os sussurros dos mortos assombram esse pântano.
Dizem que a morte é o fim, mas aqueles poucos que já passaram por aqui podem afirmar que os sussurros dos mortos assombram esse pântano. Nele, os musgos são pontiagudos e as árvores carregam maçãs que já se desintegraram. É um local verdadeiramente arrepiante e evitado, conhecido pelos que conseguiram escapar como o Pântano dos Sussurros.
Existem lendas que rondam a região. Alguns afirmam que, ao dar o primeiro passo no pântano, as memórias dos entes falecidos ressurgem, como se tentassem arrastar os vivos para o sofrimento eterno.
"É evidente a mentira que permeia toda Briarwatch. Não há um único lugar com uma história limpa. Toda a região parece ser marcada por ódio, como se o desejo de vingança se personificasse nas aberrações que são os lugares dessa capital. Mas, se eu fosse você, não entraria aqui", disse o último sussurro que foi ouvido, ou talvez tenha sido apenas a invenção de um viajante.
Ecos canônicos. Foi aqui que Asakura D. Falkner — o espinho-puro que reprime o sangue — viu o impulso espinhoso manifestar-se pela primeira vez no próprio braço para proteger a menina-mestiça Bruna de uma besta Talwar: os espinhos cresceram, e uma espada de raiz com espinhos formou-se em sua mão direita. Foi aqui também que Dovanen Tyr Aliskar — o caçador-de-recompensas vendado da Ordem Cega — encontrou Alicia Melky e Lilith Clair de Lune desmaiadas na lama, e proferiu a sentença sobre Gloomhaven: "em Gloomhaven, todos os Seres Espirituais são vítimas... Estavam presos ali, e agora não tinha mais volta."