
O lugar clama por destruição e extinção, com uma ganância exuberante por preencher ainda mais suas inundações lamacentas com ossos humanos.
O lugar clama por destruição e extinção, com uma ganância exuberante por preencher ainda mais suas inundações lamacentas com ossos humanos.
Inundado por água pútrida e com sua base lamacenta, o pântano de Nahrram abriga um cemitério de milhares de esqueletos e corpos em decomposição. Os esqueletos são daqueles que lutaram e falharam em tempos passados, enquanto os corpos frescos são daqueles que ousaram atravessar os caminhos espinhosos em busca de descobrir mais sobre esse lugar.
O silêncio que geralmente permanece é interrompido pelo suave bater de asas, como se fossem duas navalhas se riscando, que são os seres brilhantes que costumam residir em tal lugar. Eles se alimentam dos restos mortais e observam a carne fresca que adentra o local. Um simples deslize pode resultar imediatamente em um acidente com os espinhos gigantes, que ecoam as lamentações do rancor dos que pereceram.
Ecos canônicos. Foi num dos galhos altos deste pântano que Maya Sephtis assobiava — o cheiro pútrido e o cemitério silencioso eram dois de seus lugares preferidos em Nahrram — quando Kamael Darkborn atravessou o lamaçal por fome. Os dois Mestiços de Espectérios se reconheceram em registros opostos: ela, a Mulher Dragão; ele, o Cavaleiro Zebrado. Espíritos sem propósitos fortes já estão mortos — assim respondeu Maya à pergunta que selou entre eles um pacto silencioso de irmandade entre dois caídos do mesmo abismo.