
Imponente e sagrado, o Templo do Sol Ausente se ergue gloriosamente em Lunavéu — a região celestial, o domínio das Luas Crepusculares —, convocando as figuras de maior destaque entre os crepusculares e todos os seguidores da Lua Verdadeira e da Lua Glacial.
Imponente e sagrado, o Templo do Sol Ausente se ergue gloriosamente em Lunavéu — a região celestial, o domínio das Luas Crepusculares —, convocando as figuras de maior destaque entre os crepusculares e todos os seguidores da Lua Verdadeira e da Lua Glacial. Neste santuário, decisões de profundo impacto são tomadas, capazes de mudar os rumos de Gloomhaven.
Como ponto mais alto de Lunavéu, o templo se destaca na paisagem, suas torres se elevando em direção aos céus como os dedos estendidos de gigantescas estátuas das Deusas Lunares. Essas majestosas representações divinas, com suas mãos apontando graciosamente para a Lua, simbolizam os pilares do Parlamento Lunar, personificando a sabedoria, o equilíbrio e a união das duas luas que guiam o destino dos Luminosos.
Em meio à aura solene, o Parlamento se torna um local onde se fundem as vozes dos sábios, dos líderes e dos seguidores fiéis, para moldar o futuro de Gloomhaven e preservar a harmonia entre as forças celestiais. Mas o acesso é estritamente vigiado — tocar nas tatuagens de uma Lua Crepuscular é uma desonra, invadir as terras dela é cinco vezes pior. Quem chega sem autorização chega ao próprio fim.
Ecos canônicos. Foi aqui que Branwen Coldmourn — o Nascido do Inverno de olhos tampados, agora liderança de fato da Matilha Ancestral — encontrou Faen Pekoy, a feiticeira fugitiva que carrega o espantalho Raise como se fosse pessoa, perambulando perigosamente em território sagrado. Foi aqui que Branwen estalou os ossos da mão num ritmo de quatro batidas e fez a pergunta-executora — "Porque você quer viver?" —, e foi a resposta de Faen — "Eu quero um mundo menos frio. Não perfeito. Mas menos violento" — que a salvou de uma execução.