
Em um dos pontos mais visíveis de Fractária ergue-se o Pináculo Dourado — torre alta, telhas reluzentes, fachada que reflete os últimos raios do sol das tardes invernais.
Em um dos pontos mais visíveis de Fractária ergue-se o Pináculo Dourado — torre alta, telhas reluzentes, fachada que reflete os últimos raios do sol das tardes invernais. Lá embaixo, ao pé da torre, funciona uma loja extremamente movimentada por aventureiros, mercenários, novos escolhidos e caçadores em busca de equipamento. É um dos pontos de encontro mais frequentados pelas guildas que aceitam missões na capital.
O ar carrega o cheiro de couro novo, de azeite de candeeiro e do tempero das comidas vendidas nas barracas ao redor. Os recrutadores ficam à porta com cartazes nas mãos; os contratantes anônimos esperam dentro, escolhendo seus instrumentos pelos olhos antes de pelo nome. Os papéis pregados na vitrine anunciam recompensas, escoltas, caçadas a Bestas das Estações menores e contratos cuja redação cuidadosa esconde mais do que revela.
É um lugar onde, por dentro do anonimato cordial da multidão, formam-se algumas das parcerias mais decisivas da capital. Ninguém pergunta de onde você veio, mas alguém sempre está perguntando para onde vai...
Ecos canônicos. Foi diante da vitrine deste pináculo que Alice Saram, consumida pelo tédio, leu o pequeno papel da missão e acabou reunida em grupo com Sasaki Shimada, Branwen Coldmourn, Okita Von'Cronqvist e Freya Helium Del Ordus — a donzela sem nome, dotada de ordem e luz fluindo por sua mente e corpo, com o adorno de madeira dourada cobrindo seus olhos — formando uma das mais improváveis coligações de espíritos a se apresentar para um único contrato em Fractária.