
Próximo ao coração sombrio de Briarwatch, onde a torre espinhosa ruge de ódio, encontra-se um vilarejo arruinado e sombrio, onde seus habitantes são consumidos pelo desejo insaciável de vingança.
Próximo ao coração sombrio de Briarwatch, onde a torre espinhosa ruge de ódio, encontra-se um vilarejo arruinado e sombrio, onde seus habitantes são consumidos pelo desejo insaciável de vingança. Este lugar amaldiçoado é lar de muitos espinhosos que escaparam da guerra, mas que talvez estejam fadados a procriar apenas novos soldados para alimentar o conflito interminável.
As ruas são de terra e as casas são semelhantes a ruínas hediondas que de longe, parecem covas escuras. É um local que não atrai turistas e é evitado por qualquer pessoa que não pertença à raça dos espinhos. No entanto, é uma passagem inevitável para chegar ao castelo Thornblood, e ao final do vilarejo, um vale sombrio conduz ao centro da capital, que é evitado e raramente usado.
Embora este lugar seja o mais "civilizado" em comparação com o resto de Briarwatch, está longe de ser amigável. Os forasteiros são recebidos com olhares de desprezo e desconfiança, dificilmente conseguindo avançar além deste ponto, a menos que tenham uma boa razão para estar ali. A terra pútrida é um reflexo da alma apodrecida dos habitantes, cuja escuridão é alimentada pela amargura e pelo desejo de vingança.
Ecos canônicos. Foi por estas ruas de terra que Lorian Cittagon — o Asas de Sangue, o Mestiço de Lua Crepuscular — passou escoltado pelas gêmeas-mestiças Sistus e Sirius Myddral, antes de subir ao Castelo Espinhoso para o teste da luxúria. Foi aqui também que a Capitã Morana Vespéra — a soldado-Espinho que conta tudo em conjuntos de três — testou o recruta Callius Vritrius para a Segunda Divisão Espinhosa, e onde Asakura encontrou o velho ferreiro Krausius para encomendar o Arco de Ashura envenenado a serviço da Coroa Vermelha.