
Há uma só Wyvern Vermelha em toda a Árvore Espiritual, e ela atende por Rainha Paenimin.
Artes à mão
Representante Caótica dos Sussurros da Serpentária
Há uma só Wyvern Vermelha em toda a Árvore Espiritual, e ela atende por Rainha Paenimin. Implacável, vinculada à Deusa Paenitet como neta a uma avó, ela é o pavor que ronda o horizonte; e até os sábios das torres de Trilhadonna falam dela em meias palavras:
Se eles quisessem, a Árvore já seria um monte de cinzas. É isso que dizem os sábios das torres de Trilhadonna; Se você olhar para o horizonte e avistar uma serpente colossal, reze para não ser você o motivo de sua aparição. É isso que dizem os camponeses de Winterhold; Se você testemunhar a chegada de um dragão carmesim, prepare-se para o mundo ser reduzido a pó. É isso que diz... ela... a Rainha Paenimin, a única Wyvern Vermelha da Árvore Espiritual.
Vire-se e vá embora. Há uma razão pela qual não há muitos como nós. Uma vez que você embarca nesse caminho, não há retorno, entende? Você não quer fazer isso. Viver com medo dela... não é viver. É apenas existir. Você olhará para o céu e verá apenas fogo, mesmo quando estiver limpo e azul; as chamas consumirão todo o horizonte e se enraizarão em sua essência como uma queimadura que nunca cicatriza. A Wyvern Vermelha devora tudo o que vê. Caçar dragões não é um jogo. É uma sentença de morte em suas mandíbulas.
O ódio está em toda parte, e por isso os sussurros da Mãe das Serpentes ecoam sempre famintos por destruição e sedentos por sangue. Rugir em agonia atrai a atenção da Wyvern da Chama Negra; e isso significa que a escuridão será a única coisa que os espíritos gananciosos verão caindo dos céus.
Cantiga traduzida da Serpentária
No crepúsculo pálido das sombras eternas, Rasteja a serpente do ódio, nas distantes terras. Em seu ser, veneno e trevas se entrelaçam, Cortantes como lâminas que jamais se desgraçam.
Em seu olhar, um vórtice profundo de escuridão, Reflete a alma corrompida, destilando perdição. Seus movimentos, hipnotizantes e traiçoeiros, Semeiam ruína em campos outrora ligeiros.
Como herdeira do abismo, a serpente dança, Em fúria silente, numa sinfonia de vingança. Seus lábios rachados, insígnias do desalento, Esvaziam-se de ternura, rendidos ao tormento.
No dorso escamoso, cicatrizes da dor ancestral, Marcas de uma existência carregada de mal. Suas presas, como lanças venenosas, impiedosas, Transpassam corações, transformando-os em rosas.
Ó serpente do ódio, criatura sinistra e aterradora, Despertas angústia, desesperança opressora. Teu corpo é o véu que encobre o horizonte, E teu sopro é a brisa que traz desgosto e afronto.
Mas cuidado, intrépido sonhador das trevas, O destino é um juiz implacável, punhos que nunca se poupam. Pois o tempo há de revelar tua sina amaldiçoada, E, no brilho fugaz do crepúsculo, tua alma será arrastada.
A Wyvern Vermelha da Chama Negra é uma mulher implacável, intolerante à crueldade que os Serpentários enfrentam ao longo dos anos enquanto defendem os transmutalmas com garras e presas. Empunhar uma espada diante de um Serpentário em sua presença é um convite para se encontrar com Teressa mais cedo.
Paenimin possui longos cabelos avermelhados que, sob a luz da lua, refletem um brilho carmesim hipnotizante e atraente, assim como seus olhos de fenda. É uma das poucas de sua espécie a herdar o sobrenome “Serpentária”: seu vínculo com a Deusa Paenitet é profundo, são como avó e neta, o que ocorre devido à abundância da essência de sua Mãe, que se acumulou para permitir que seu eco florescesse na Árvore Espiritual.
Sinais da Wyvern Vermelha