
As Almas Estivais são Seres Espirituais invocados de uma terra distante chamada Garadoria, a capital dos Deuses Luminosos, e enviados a Gloomhaven numa tentativa de parar o outono.
As Almas Estivais são Seres Espirituais invocados de uma terra distante chamada Garadoria, a capital dos Deuses Luminosos, e enviados a Gloomhaven numa tentativa de parar o outono. Mais do que isso, são um presente: o Deus do Sol as ofereceu à Lua Glacial e à Princesa Frostmoon, herdeira da dinastia presenteada, como gesto de perdão. Chegaram através de lendários raios solares.
Têm uma aparência peculiar, que mescla um fauno com um radiante. Apesar dessa estética solar, ao contrário do que a maioria pensa, não costumam ser aliados garantidos dos seguidores do Deus da Ordem. Sua postura é respeitada por toda a resistência do reino, e eles são servidos como nobres na maioria das instalações espirituais dos Enviados das Estrelas.
Possuem afinidade com os poderes do Sol: conjuram raios solares com seus chifres dourados e curam-se minimamente com o fogo. É comum vê-los raspando as lâminas contra os próprios chifres durante a batalha, para encantá-las com chamas. Controlam a temperatura do corpo, mas apenas para graus positivos, e podem entrar em combustão completa sem se machucar; a chama mais brilhante define o mais forte de um bando. As pontas vermelhas de suas orelhas pontudas se acendem quando estão felizes ou em êxtase. São tóxicos para os Espinhos durante o dia, o que nunca impediu romances proibidos. São também a origem das memórias amarelas, e uma única Alma Estival pode receber auxílio de mais de três delas ao mesmo tempo. Têm cabelos dourados, olhos esverdeados e uma aura amarelada que denota vitalidade: quanto maior a aura, mais forte o brilho.
São preguiçosos depois do pôr do sol e dormem pesado a noite inteira; não descansar enfraquece a chama. São ótimos cantores, sobretudo os machos, e populares como fonte rápida de entretenimento. Por afinidade, podem oferecer fragmentos do verão aos Inflamados como recompensa por ajuda.
O amor peculiar do Deus do Sol Verdadeiro por elas é o sinal mais claro de sua origem: tanto as amou que não apenas lhes concedeu chifres dourados, mas as abençoou com ouro puro, fazendo-as não meros peões, mas a própria presença do Sol Verdadeiro sobre o reino.
Não demoraram a se tornar a maior ameaça ao Povo dos Espinhos, queimando o território do outono, que por natureza é facilmente inflamável. A batalha foi massiva e heroica, entregando o karma merecido aos assassinos sangue-frio dos invernais; mas chegaram tarde demais: os Nascidos do Inverno já haviam sido dissolvidos pelo Massacre Invernal.
Hoje compõem a principal linha de frente contra os Espinhos, auxiliando a Resistência de Fractaria liderada pela Rainha Arietta. Ainda assim, não seguem senhor nenhum, apenas a vontade do Sol, e lutam quando o Sol acha justo. Representam o único exército verdadeiramente organizado que restou em Gloomhaven, tornando-se o bastião principal contra a influência do outono.
Sua Donzela do Destino é a Duquesa Solaris, a Soberana dos Céus Incandescentes, filha do Deus do Sol Verdadeiro, que administra a Aflição da Luz Solar, a Ordem Menor e o Vigor Absoluto. Sua voz é descrita como uma melodia constante e seu falar sedutor não parece conhecer limites: é o ser espiritual mais desejado nos quatro cantos do reino sitiado.
Pertencem aos Tecelões das Estações e encarnam o verão. Ainda que tenham a aparência e os dons da Ordem, recusam-se a ser meros instrumentos de Garador: servem ao Sol e à justiça, e por isso ocupam um lugar singular, abençoados como nobres, mas livres como soldados de uma causa que escolheram.